FAMÍLIAS
O que dizem as famílias que passaram pelo Recanto Cambará
Cada família chegou com uma situação diferente. O que está aqui são relatos diretos sobre o que encontraram — o que funcionou bem, o que levou tempo para acostumar e como tomaram a decisão.
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Relatos de quem esteve por aqui
Rita Antonelli
Gramado – RS · filha
"Minha mãe passou o inverno de 2024 no Recanto Cambará — foram seis semanas. Ela não queria ir, mas o apartamento dela é difícil de aquecer e ela ficava muito sozinha. Quando voltou para casa em setembro, disse que já queria reservar para o ano seguinte. O que mais surpreendeu foi a lareira: ela falava que toda tarde esperava por aquele momento."
Junho de 2025
José Luís Merlin
Canela – RS · morador
"Comecei com uma tarde por semana. Era só para sair de casa e tomar um café em companhia. Depois de três invernos assim, decidi que queria morar lá de vez. O processo foi sem pressa: visitei várias vezes, fiquei quinze dias de experiência e conversei bastante com a Mariana antes de trazer a família para uma conversa. Não me arrependo."
Julho de 2025
Paula Velho
Porto Alegre – RS · filha
"A minha mãe tem 78 anos e mora no Recanto Cambará há dois anos. Moro em Porto Alegre e a distância sempre me preocupou. O que me tranquiliza é a conversa mensal — não é um formulário, é uma conversa de verdade. Sei o que está acontecendo, quem são os outros moradores e como ela está. Isso importa muito."
Junho de 2025
Iracema Morando
Canela – RS · moradora
"Venho nas tardes de terça há três anos. Gosto da consistência — sabe que vai ter fogo, café e as mesmas pessoas. O que mais aprecio é que não parece evento: é só uma tarde normal, mas num lugar melhor que ficar em casa sozinha. A comida é boa e o cobertor esquenta de verdade."
Julho de 2025
Carlos Brunetto
Novo Hamburgo – RS · filho
"Meu pai ficou cinco semanas no inverno passado. A adaptação levou uns três dias — ele é acostumado com a própria rotina. Mas depois que entrou no ritmo da casa, foi bem. O que ele mais comentou foi a comida: disse que parecia feita em casa, não de refeitório. Já reservamos para o próximo inverno."
Junho de 2025
Luciane Flauzino
Caxias do Sul – RS · filha
"O que me fez entrar em contato foi o aquecimento descrito por quarto no site. Quando li isso, entendi que era uma casa que pensou nas coisas que importam. Minha mãe mora lá desde março. É pequena, todo mundo se conhece, a equipe não muda. Para ela, que tem dificuldade com mudanças, isso faz toda a diferença."
Julho de 2025
HISTÓRIAS
Três situações que mostram como funciona na prática
HISTÓRIA 01 · TARDE DE INVERNO
A SITUAÇÃO
Dona Teresinha, 74 anos, mora sozinha em Canela. No inverno, sai pouco porque acha frio demais para a caminhada e não tem com quem tomar um café. As tardes ficaram longas demais.
O QUE ACONTECEU
A filha soube das tardes de inverno e reservou uma terça. Dona Teresinha foi com ceticismo, voltou animada. Duas semanas depois ligou ela mesma para reservar a quinta seguinte.
O RESULTADO
Três invernos seguidos, toda terça e quinta. Criou amizades com outros participantes. Disse que o inverno "ficou mais curto" desde então.
"Pensei que seria constrangedor aparecer sem conhecer ninguém. Mas na primeira meia hora já estava no baralho."
— Teresinha, 74 anos
HISTÓRIA 02 · ESTADIA DE INVERNO
A SITUAÇÃO
Seu Aníbal, 81 anos, mora numa casa antiga em Gramado que fica impossível de aquecer no inverno. Não queria sair de Canela e da região, mas os filhos estavam preocupados.
O QUE ACONTECEU
Ficou seis semanas em 2023. Voltou para casa em setembro como combinado. Em 2024 chegou em maio e pediu para ficar oito semanas. O quarto estava reservado.
O RESULTADO
Dois invernos seguidos com o mesmo quarto reservado. Os filhos ficaram tranquilos e ele manteve sua casa e sua independência. Já confirmou para 2026.
"Não quero morar lá de vez. Mas o inverno, sem dúvida. Não consigo mais imaginar o julho em casa."
— Aníbal, 81 anos
HISTÓRIA 03 · MORADIA PERMANENTE
A SITUAÇÃO
Dona Neli, 76 anos, viúva há dois anos. Começou a passar as tardes de inverno no Recanto Cambará. Com o tempo, a ideia de morar lá foi ficando menos estranha.
O QUE ACONTECEU
Depois de um inverno inteiro de tardes, pediu para fazer a quinzena de experiência. Gostou. A filha de Curitiba veio para a conversa com a equipe. Dois meses depois Dona Neli mudou.
O RESULTADO
Mora no Recanto Cambará há dezoito meses. A filha recebe ligação mensal e visita a cada dois meses. Dona Neli diz que a cozinha foi o que a convenceu definitivamente.
"Vim primeiro pelas tardes, depois pelo inverno, depois fiquei de vez. Não foi uma decisão repentina — foi chegando aos poucos."
— Neli, 76 anos
EM RESUMO
Sete anos em quatro números
7
Anos de operação em Canela
14
Moradores no máximo
4,8
Avaliação média (de 5,0)
92%
Retornam no inverno seguinte
COMO FALAR CONOSCO
Estamos disponíveis para conversar
Telefone
+55 54 3282-6019Endereço
Rua Melvin Jones 486, Centro, Canela – RS, 95680-000
Atendimento
Segunda a sexta: 8h–18h · Sábado: 9h–13h
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